Educação Financeira: a chave para a recuperação

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Como se prevenir e enfrentar financeiramente a pandemia desencadeada pelo novo Coronavírus

Em tempos de COVID-19, muitos empreendimentos foram forçados a fecharam suas portas. E os empresários estão extremamente preocupados em como fazer dinheiro de portas fechadas.

Dessa maneira, diante das incertezas geradas sobre o futuro, muitos já tem dúvidas se conseguirão sobreviver e abrir novamente as portas depois desse surto. E são justamente essas dúvidas que comprovam que os impactos gerados transitam entre consequências tanto para a saúde, quanto para a economia de um país.

Coronavírus e economia

Essa pandemia que nos levou a estabelecer uma postura de isolamento social, também nos leva a refletir sobre nossa saúde financeira. Nesse sentido, para conseguir passar por esse caos, aqueles que administram bem suas economias, conseguem encarar esse momento com maior tranquilidade.

“Mesmo nessa situação de quarentena continuaremos tendo gastos, especialmente com os itens básicos do nosso cotidiano. Mas, como nesse contexto estamos mais voltados àquilo que nos é essencial, é um bom momento para uma reflexão sobre como economizar nas pequenas coisas e sobre os supérfluos de que podemos nos livrar, revertendo o valor dessas coisas para construir um futuro mais estável do ponto de vista financeiro”

Claudia Forte, superintendente da AEF-Brasil

Porém para as pessoas que não tem uma reserva para encararem a quarentena, essa é a hora certa para repensar melhor sobre a administração das finanças pessoais. Assim, acompanhar orientações sobre como economizar e equilibrar os gastos para ter segurança quando a crise passar, é a melhor atitude a se tomar agora. 

Como se preparar através da educação financeira para encarar as consequências futuras?

Se você faz parte do grupo citado anteriormente, fechou seu empreendimento e está completamente inseguro sobre o futuro, é preciso começar já a se preparar para o que virá. Somente ter fechado as portas não é motivo para ficar parado e esperar.

E diante da quarentena, muitas pessoas estão procurando uma forma de se manterem ocupadas e passarem o tempo, mas o que nós recomendamos é: se ocupe com a educação financeira. Essa situação exige uma mudança drástica de postura quanto a o que as pessoas fazem com o seu dinheiro. E daqui pra frente será essencial saber administrar com bastante responsabilidade os recursos de que dispomos.

Portanto, essa situação inédita pelo qual a população mundial está passando, pode ser a chance para muitas pessoas de enxergarem o quão importante é não somente gerar recursos, mas saber geri-los.

Mas por onde começar?

Se educar financeiramente significa analisar seus hábitos, e aprender a lidar com o seu dinheiro. Com o aumento expressivo do acesso da população brasileira aos serviços do sistema financeiro, a chamada bancarização, ou seja, a cidadania financeira tornou-se imperativa.

E como o número de pessoas que possuem acesso a vários tipos de produtos financeiros cresce a cada ano, é preciso saber como e quando utilizar. Sendo assim, a instituição que mais possui interesse em fazer com que a população aprenda como usufruir e acessar desses recursos, é o governo. Portanto:

“Educação Financeira é uma questão de governo”

Tendo isso em mente, o governo criou dois programas que auxiliam na manutenção da cidadania financeira. Por sua vez, essa cidadania envolve ajudar a população a garantir os direitos e deveres de sua vida financeira, sendo estes programas o ENEF e CONEF.

ENEF (Estratégia Nacional de Educação Financeira)

De acordo com o site oficial do ENEF, ele se constituí em:

“Uma estratégia multissetorial em torno da promoção de ações de educação financeira no Brasil, garantindo a gratuidade das iniciativas que desenvolve ou apoia, e sua imparcialidade comercial.”

Nesse sentido, o ENEF contribui no fortalecimento da cidadania, ajudando a população brasileira a tomar decisões financeiras que sejam mais autônomas e conscientes.

CONEF (Comitê Nacional de Educação Financeira)

Já o CONEF, corresponde à instância que é responsável pelo fomento, direção e supervisão da ENEF. Assim, ele é formado por sete órgãos e entidades governamentais, além de quatro organizações da sociedade civil. E são eles os responsáveis pela produção de conteúdos, e concessão de informações que irão compor a educação financeira para a população. Sendo estes:

Todos esses órgãos e entidades, possuem plataformas com diversas informações que servirão de apoio para complementar os estudos. Cada um contém informações específicas e auxílios diferenciados, dependendo das competências de cada um.

Por que esses programas são importantes?

A partir desses programas, é que você será capaz de ter acesso a informações e conteúdos que te auxiliarão a realizar a educação financeira. Assim, através do site da ENEF, você possui acesso a materiais didáticos, vídeos, artigos, e até mesmo jogos que irão te auxiliar nesse processo.

Portanto, se você tem dúvidas sobre como administrar o seu dinheiro daqui pra frente, utilize dos conteúdos dessa plataforma para saber como lidar com a situação. Os temas e conteúdos são amplos e variados, além de serem direcionados para públicos de diferentes idades, e utilizando de diferentes metodologias.

Com ele você será capaz de explorar temas relacionados a:

  • Crédito;
  • Planejamento;
  • Poupança;
  • Direitos e deveres;
  • Previdência;
  • Consumo;
  • Seguros;
  • Investimento.

Por que a educação financeira será boa para sua empresa?

A situação econômica brasileira já era alarmante antes do aparecimento do COVID, agora essa situação se encontra mais grave ainda devido ao impacto econômico gerado. Nesse sentido, se você pretende reabrir a sua empresa, e dar continuidade aos negócios após este surto, ter os pés no chão será a atitude mais eficiente do momento.

Se reerguer nunca é fácil, por isso, a PUC Consultoria está ajudando a preparar você para reabrir a sua empresa. Nós estamos disponibilizando auxílio gratuito, e miniprojetos nas mais diversas áreas como:

  • Marketing;
  • Finanças;
  • Mercado;
  • Mapeamento e otimização;
  • Negócios;
  • Gestão de estoque;
  • Planilhas e e-books.

Com essas soluções, você será capaz de se preparar para o futuro, montar estratégias e tirar dúvidas para conseguir voltar sua empresa ao funcionamento normal. Assim para enfrentar essa crise e ter forças para voltar, não perca tempo, se previna e busque estabelecer alternativas financeiras para o retorno de sua empresa.

Texto escrito por Luíza Abreu Silva, Gerente de Marketing da PUC Consultoria Jr.

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